Por que insistimos em regar apáticas flores de plástico, deixando-as boiar em água parada, espremidas dentro de vasos horrendos que mais entristecem do que alegram nossa vida com seu inanimado existir? Por que perdemos tempo observando-as dia após dia, se há lá fora um jardim repleto de vida, irrigado pelo orvalho da madrugada, que dança ao som do vento, sob o aconchego do sol?
Veja bem, meu bem, as flores de plástico não morrem porque também não vivem.
(Sandra Amélie)


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