cancêr,
Quando perguntam como estamos respondemos automaticamente: "bem".
Mas não estamos.
Estamos magoados, feridos, despedaçados.
E isso meus amigos não é estar bem.
É a doença, o medo. As informações.
Tudo.
A nossa dor, mágoa, alegria, desconforto, as emoções se confundem, as reações, é uma avalanche de sentimentos.
E o que se pode fazer? Além de esperar. Além de sentir.
Confesso que às vezes sinto medo de procurar saber. Medo de me informar. E tenho vontade de fechar os olhos e fingir por alguns minutos que nada disso está acontecendo.
Medo do que vem pela frente.
Talvez se eu ficar quieta e fingir que não existe essa doença ela vá embora.
Mas ela não vai.
Os dias passam, a vida não para de acontecer, e você precisa viver, sorrir, e o sol continua nascendo e se pondo, e no meio de tudo isso alguns minutos por dia inevitavelmente você sente uma tristeza tão profunda e tão cortante que é quase palpável.
Esse é nosso dia a dia.
E com certeza isso não é estar bem.
Vamos indo.
Um dia por vez.
Não vamos desistir de lutar. Não vamos deixar de correr atrás. Enquanto houver vida teremos esperanças.
Mas não acredito que um dia seremos os mesmos de antes.
Não estou bem.
Quando perguntam como estamos respondemos automaticamente: "bem".
Mas não estamos.
Estamos magoados, feridos, despedaçados.
E isso meus amigos não é estar bem.
É a doença, o medo. As informações.
Tudo.
A nossa dor, mágoa, alegria, desconforto, as emoções se confundem, as reações, é uma avalanche de sentimentos.
E o que se pode fazer? Além de esperar. Além de sentir.
Confesso que às vezes sinto medo de procurar saber. Medo de me informar. E tenho vontade de fechar os olhos e fingir por alguns minutos que nada disso está acontecendo.
Medo do que vem pela frente.
Talvez se eu ficar quieta e fingir que não existe essa doença ela vá embora.
Mas ela não vai.
Os dias passam, a vida não para de acontecer, e você precisa viver, sorrir, e o sol continua nascendo e se pondo, e no meio de tudo isso alguns minutos por dia inevitavelmente você sente uma tristeza tão profunda e tão cortante que é quase palpável.
Esse é nosso dia a dia.
E com certeza isso não é estar bem.
Vamos indo.
Um dia por vez.
Não vamos desistir de lutar. Não vamos deixar de correr atrás. Enquanto houver vida teremos esperanças.
Mas não acredito que um dia seremos os mesmos de antes.
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